4 de fevereiro de 2026
Agronegócio

A roça é o novo luxo. Mercado bilionário cresce com essa tendência.

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Em um mundo urbano dominado por ruído, telas e aceleração, a vida no campo — antes vista como simples demais — tornou-se um bem tão precioso que já movimenta mercados e molda novos hábitos de consumo. A busca por silêncio, tempo, espaço e comida de verdade transformou a experiência rural em um fenômeno global, especialmente entre aqueles que vivem permanentemente conectados.

O Mercado Global de Turismo Rural movimentou cerca de US$ 32 bilhões em 2025 e deve mais que dobrar de tamanho na próxima década, segundo estudos do setor. Esse movimento reflete uma mudança profunda na percepção de valor: o simples virou privilégio.

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Na Europa, áreas rurais sem internet ou tecnologia passaram a ser cada vez mais procuradas como destinos de escape. Nos Estados Unidos, a experiência se aprofunda com programas de hospedagem em fazendas em funcionamento, onde os visitantes participam da rotina do campo — ordenham vacas, coletam ovos e trabalham na terra.

No Brasil, a lógica se manifesta por meio do turismo rural associado à busca por natureza, paisagem e gastronomia autêntica. Estados como São Paulo e Rio Grande do Sul figuram entre os destinos mais procurados, mas o movimento vai além do turismo: há quem invista tempo, dinheiro e energia para retornar às suas raízes no campo, seja comprando uma chácara, mudando de estilo de vida ou simplesmente passando temporadas longe da cidade.

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“Quando o mundo ficou excessivamente moderno, o simples virou privilégio”, resume o cenário um especialista em tendências comportamentais.

A grama sob os pés, o ritmo lento, o ar puro e o contato com o essencial são hoje percebidos não como carência, mas como riqueza — um antídoto contra a saturação digital e a pressão do cotidiano urbano. E você, concorda?

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