25 de fevereiro de 2026
Brasil Economia

Nikolas Ferreira critica aumento de imposto sobre eletrônicos e defende redução de tarifas

Imagem reprodução

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) utilizou suas redes sociais para manifestar contrariedade ao recente aumento no imposto de importação sobre produtos eletrônicos, anunciado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A medida, que eleva em 25% a alíquota para cerca de mil itens – incluindo smartphones, televisores, placas de vídeo, processadores e componentes de informática –, entrou em vigor e já gera repercussão entre consumidores e entusiastas de tecnologia.

Em vídeo publicado em suas plataformas digitais, o parlamentar mineiro destacou os efeitos negativos que a majoração tarifária deve provocar no bolso do consumidor brasileiro. Nikolas enfatizou que o público gamer será um dos mais afetados, uma vez que produtos essenciais para a prática, como placas de vídeo, processadores e jogos eletrônicos, ficarão mais caros, dificultando ainda mais o acesso à tecnologia.

O deputado estabeleceu um comparativo com o período do governo Jair Bolsonaro (PL), quando, segundo ele, houve redução de tarifas sobre esses mesmos produtos, o que teria facilitado a aquisição de equipamentos tecnológicos pela população. Para Nikolas, a decisão do atual governo representa um retrocesso na política de acesso a bens de consumo ligados à inovação e ao entretenimento digital.

Nikolas também questionou a justificativa oficial apresentada pelo governo federal, que sustenta que o aumento tributário tem como objetivo proteger a indústria nacional. Para o deputado, a estratégia não alcançará o fortalecimento da produção interna, mas sim onerará excessivamente o consumidor final.

“Não é protegendo a indústria nacional com aumento de imposto que vamos desenvolver o setor. Quem paga a conta é sempre o cidadão, que terá que desembolsar muito mais por um produto de tecnologia”, afirmou o deputado na publicação.

Procurada, a assessoria do Ministério da Fazenda ainda não se manifestou oficialmente sobre as críticas. O espaço segue aberto para manifestações do governo federal.

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