A nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) já é uma realidade, mas quem ainda tem o tradicional RG (Registro Geral) não precisa se desesperar nem correr para os postos de atendimento. O modelo antigo continua tendo validade por um bom tempo.
De acordo com o Decreto nº 10.977/2022, que instituiu a CIN, o RG no formato antigo poderá ser utilizado em todo o território nacional até o dia 28 de fevereiro de 2032. Ou seja, a população tem um prazo de transição de quase seis anos (a contar de hoje) para fazer a substituição de forma gradual e planejada.
O que muda com a CIN?
A principal revolução da nova carteira é a adoção do CPF como número único e nacional de identificação. Isso acaba com a antiga possibilidade de um cidadão ter um número de RG diferente em cada estado, o que gerava duplicidade de registros e facilitava fraudes.
A CIN também traz mais segurança, contando com um código QR que permite verificar a autenticidade do documento e identificar se houve extravio ou furto. O documento estará disponível nos formatos físico e digital.
Validade por idade
Ao contrário do RG antigo, que não tinha prazo de validade definido, a CIN terá prazos específicos para atualização, baseados na idade do portador:
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5 anos: para crianças de 0 a 12 anos incompletos.
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10 anos: para pessoas de 12 a 60 anos incompletos.
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Indeterminada: para cidadãos com 60 anos ou mais.
A recomendação das autoridades é que os cidadãos aproveitem o prazo extenso para se programar, mas fiquem atentos: a primeira via da nova Carteira de Identidade Nacional (em papel) é gratuita. A troca é especialmente recomendada para quem está com o documento danificado, perdido ou precisa atualizar dados cadastrais.jeGoiás #InformaçãoÚtil