Em discurso de encerramento do 8º Congresso da sigla, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, reconheceu que o partido precisa ter “humildade” para se reaproximar de dois segmentos que historicamente rejeitam o petismo: evangélicos e motoristas de aplicativos.
A declaração, publicada pelo site Poder Nacional nesta segunda-feira (27), ocorre após anos de críticas do partido a esses grupos – tratados, segundo a matéria, como “alienados” ou vítimas de “precarização” que precisariam de forte regulamentação estatal.
De acordo com o texto, a autocrítica petista é vista por analistas como “cálculo eleitoral desesperado” para 2026, e não como mudança genuína. A reportagem afirma que evangélicos e motoristas de app não precisam de “condescendência”, mas sim de “menos Estado, menos imposto, menos regulação ideológica e mais liberdade”.
O artigo conclui que o PT não mudou seu projeto de fundo, apenas tenta disfarçar velhas práticas para tentar sobreviver nas próximas eleições.